De tão comuns, esses casos sequer viram notícias nos jornais. Uma exceção são os acidentes aéreos que causam impactos como o que envolveu os jogadores do Chapecoense.
Outras classes muito afetadas por acidentes de trabalho são os trabalhadores da construção civil. Cada profissão tem riscos inerentes e, justamente por isso, as empresas deveriam se antecipar com medidas para a redução de impacto e a promoção da saúde. Você já observou o tempo de abastecimento de uma aeronave? Quem faz a “checagem” do tanque? Será que realmente o avião foi abastecido?
[/vc_column_text][vc_single_image image=”281″ img_size=”full” alignment=”center”][vc_column_text]A verdade é cada trabalhador precisa ser percebido como um ser único, uma vida. Não apenas parte de um exército de reposição. Se as empresas não conseguirem humanizar as relações de trabalho e o descaso prevalecer, caminharemos para um país – ou quiçá um mundo – de inválidos. E quem pagará a conta? A família dos mortos, da vida que não possui preço. A sociedade e o estado também pagam a conta e o custo Brasil cada vez aumenta mais.
Gostaria de abrir o debate sobre o custo dos acidentes e doenças do trabalho no Brasil.
Vamos debater?[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]